Resenha Hippie Chai da Infusorina

Vamos a mais uma resenha?

Hoje veremos o Hippie Chai da Infusorina, regido pela Sommelière Renata Acácia. Quem segue a nossa página no Facebook sabe que recebi de presente da Infusorina um de seus blends artesanais. Então no Sábado esquentei minha água.

A embalagem

Para não dizer que estou sendo parcial, no dia estava recebendo visitas. Perguntei se alguém queria um chá e eles recusaram. Tudo bem, mas ao abrir o pacote e o cheiro delicioso começar a subir foi o bastante para mudarem de ideia.

Aspecto do chá

A base da infusão é o pu-erh, acrescentado de gengibre, goji berry e cardamomo. A embalagem é perfeita para quem ama chás, todas as informações necessárias estão ali: 1 colher de chá (25g) faz 200 ml de infusão. Para a perfeição deixe 5 minutos e 95º de água. Fora que o fechamento é de ziploc.

Agora vamos ao veredito: Uma delícia! O pu-erh é verdadeiro, não aqueles cozidos. O gengibre dá o toque de especiarias que se espera em uma infusão dessas. Um chá nacional imperdível.

Nota

Compre o chá aqui!

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Pedro Moreno

24 de setembro de 2017

Primeira postagem como blog, contando a vida, e martela minha cabeça com a pergunta: Do que falar com quem não me conhece?

É estranho escrever sobre si para pessoas que ainda não têm certeza sobre quem é você ou coisa parecida, todo assunto abordado tem que ser iniciado de forma que as pessoas entendam o porque das ações. E como fazer um texto curto explicando tudo?

De qualquer forma meu nome é Pedro Moreno, sou professor de Língua Inglesa e Portuguesa, porém atualmente dou aulas apenas de inglês. A docência é minha paixão, adoro dar aulas, ler e refletir sobre o assunto.

Tomo muito chá, o que explica a existência da página, e adoro meus cachorros também. Sou casado com uma mulher maravilhosa, moro em Osasco e… Vocês saberão mais conforme o tempo passa.

Esse sou eu.

Conforme o tempo passa escreverei mais sobre mim.

 

Vendo: The Expanse

Lendo: Pecar e Perdoar: Deus e o homem na história, Leandro Karnal

Fazendo: Preparando aulas que nem um louco

Ouvindo: Prophets of Rage

 

Resenha – Chá Branco – Matte Leão

Primeira resenha depois de nossa retomada é o chá branco da Matte Leão.

Como já sabemos o chá branco é feito das folhas novas e brotos do chá, com um aroma e sabor mais suaves que puxam para o adocicado. E o Leão é uma das mais tradicionais fábricas de chás com fazenda própria em Rio Grande, Paraná.

O seu mate já de conhecimento do público e a agora a parceria com a Coca-cola trouxe mais itens ao já consagrado cardápio deles, como a linha Fuze.

E hoje resolvi avaliar o Leão Fuze Chá Branco Natural.

Embalagem do Matte Leão Fuze Chá Branco Natural

Primeiro devo confessar que estas embalagens de plástico são interessantes pelo fato de poderem ser transportadas. No meu trabalho há uma daquelas máquinas de expresso que você coloca moedas e escolhe opções, porém a água quente é gratuita, o que é um Oásis para apaixonados por chá como eu.

O grande atrativo do chá é o preço, que gera um satisfação na relação custo x benefício. O gosto é suave como esperado, mas é possível ver que o chá é triturado, o que prejudica seu sabor.

O chá já pronto e na caneca

A cor é consistente com o esperado de um branco e tem mais um ponto interessante, esse chá branco em específico é ótimo de ser tomado gelado.

 

Já com gelo

Nota

Pedro Moreno

22 de setembro de 2017

Depois de um longo inverno volto a escrever no Chá do Dragão.

Aos poucos reencontro as postagens feitas quando o site era outro, mas já alterei o lay-out e o enfoque. A partir de agora servirá também como minha forma de comunicação e contar sobre o meu dia a dia.

 

Resenha – Chai – Starbucks

Hoje a resenha é sobre um Chai distribuído pela Starbucks, que vem em uma caixa de metal com 15 sachês feitos de tecido.

A caixa e o sachê

A caixa e o sachê

Antes de tudo devo admitir que tenho um fraco por embalagens assim, que podem ser reaproveitadas para colocar chá ou outras coisas. Na data de hoje a venda desse chá estava em R$ 24,90 e é realizada pela própria Starbucks, o que configura um preço de chás mais elaborados.

O chai

O chai

O motivo está aí na foto. Os chás da Tazo (nome da divisão de chás e cafés da  Starbucks) levam o conceito de full-leaf, algo como folha inteira, que deixa o chá muito mais saboroso e de aroma intenso.

Na composição do chai há o chá preto, gengibre, canela, pimenta preta, cadamomo, anis estrelado e cravo. O aroma sem infundir já é delicioso.

Infusão

Infusão

A cor é típica da mistura que faz o chai e em nada deve para nenhum outro. Respeitei as instruções de 240ml de água com infusão de 5 minutos e cheguei no resultado perfeito desse chá sensacional

Nota

nota5foilhasServiço

Site da Starbucks

Site da Tazo

 

Chapeleiro Louco e o Chá de Loucos

O Chapeleiro Louco (também grafado como Chapeleiro Maluco, do inglês Mad Hatter) é um dos personagens do livro Alice no País das Maravilhas, do escritor Lewis Carrol.

Alice no País das Maravilhas é um livro icônico da literatura nonsense. Publicado em 4 de julho de 1865 por Charles Lutwidge Dogson, sob o pseudônimo de Lewis Carrol, conta a jornada de uma menina chamada Alice que cai em uma toca de coelho e encontra um mundo fantástico de criaturas falantes e personagens marcantes.

Em um primeiro momento parece um livro para crianças, porém em suas linhas estão diversas alusões e sátiras do autor tanto para seus amigos quanto inimigos. Além de paródias de poemas populares ingleses, enigmas, referências linguísticas e matemáticas. Um livro que pode ser lido como uma aventura fantástica ou um grande jogo de difícil entendimento.

 

O Chapeleiro arregalou os olhos ao ouvir isso, mas, tudo que ele disse foi: “Por que um corvo se parece com uma escrivaninha?”

Um chá de loucos

Um chá de loucos

 

Em uma das cenas, talvez a mais conhecida do livro, Alice se fez de convidada em uma cerimônia de chá com o Chapeleiro Louco, a Lebre de Março e Leirão. Diversos enigmas são propostos pelo Chapeleiro e a Lebre (Leirão passa a maior parte da festa dormindo)

 

Havia uma mesa arrumada embaixo de uma árvore, em frente à casa, e a Lebre de Março e o Chapeleiro estavam tomando chá; um Leirão estava sentado entre os dois, dormindo profundamente, e os outros dois o usavam como almofada, descansando sobre ele e conversando sobre sua cabeça. “Muito desconfortável para o Leirão”, pensou Alice, “mas já que ele está dormindo, acho que não se importa.”

 

Chapeleiro Louco

Chapeleiro Louco

O mais interessante é a figura arrebatadora do Chapeleiro, que segue sua própria sanidade com um modo muito peculiar de pensamento.

 

“Eu quero uma xícara limpa”, interrompeu o Chapeleiro, “vamos mudar de lugar.”

Ele avançou um lugar enquanto falava, e o Leirão o seguiu, a Lebre de Março ficou no seu lugar e Alice com má vontade ficou com o lugar da Lebre de Março. O Chapeleiro foi o único que ficou com a xícara limpa e Alice ficou em um lugar bem pior do que estava antes, pois a Lebre de Março tinha acabado de derramar leite no prato.

Alice no País das Maravilhas é um livro para ser lido quando se é criança, mas principalmente ser relido depois de adulto, acompanhar as aventuras de Alice e, quem sabe, tomar uma xícara de chá com esses adoráveis loucos.

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Versão online do Alice no País das Maravilhas