Resenha – Chai – Starbucks

Hoje a resenha é sobre um Chai distribuído pela Starbucks, que vem em uma caixa de metal com 15 sachês feitos de tecido.

A caixa e o sachê
A caixa e o sachê

Antes de tudo devo admitir que tenho um fraco por embalagens assim, que podem ser reaproveitadas para colocar chá ou outras coisas. Na data de hoje a venda desse chá estava em R$ 24,90 e é realizada pela própria Starbucks, o que configura um preço de chás mais elaborados.

O chai
O chai

O motivo está aí na foto. Os chás da Tazo (nome da divisão de chás e cafés da  Starbucks) levam o conceito de full-leaf, algo como folha inteira, que deixa o chá muito mais saboroso e de aroma intenso.

Na composição do chai há o chá preto, gengibre, canela, pimenta preta, cadamomo, anis estrelado e cravo. O aroma sem infundir já é delicioso.

Infusão
Infusão

A cor é típica da mistura que faz o chai e em nada deve para nenhum outro. Respeitei as instruções de 240ml de água com infusão de 5 minutos e cheguei no resultado perfeito desse chá sensacional

Nota

nota5foilhasServiço

Site da Starbucks

Site da Tazo

 

Chapeleiro Louco e o Chá de Loucos

O Chapeleiro Louco (também grafado como Chapeleiro Maluco, do inglês Mad Hatter) é um dos personagens do livro Alice no País das Maravilhas, do escritor Lewis Carrol.

Alice no País das Maravilhas é um livro icônico da literatura nonsense. Publicado em 4 de julho de 1865 por Charles Lutwidge Dogson, sob o pseudônimo de Lewis Carrol, conta a jornada de uma menina chamada Alice que cai em uma toca de coelho e encontra um mundo fantástico de criaturas falantes e personagens marcantes.

Em um primeiro momento parece um livro para crianças, porém em suas linhas estão diversas alusões e sátiras do autor tanto para seus amigos quanto inimigos. Além de paródias de poemas populares ingleses, enigmas, referências linguísticas e matemáticas. Um livro que pode ser lido como uma aventura fantástica ou um grande jogo de difícil entendimento.

 

O Chapeleiro arregalou os olhos ao ouvir isso, mas, tudo que ele disse foi: “Por que um corvo se parece com uma escrivaninha?”

Um chá de loucos
Um chá de loucos

 

Em uma das cenas, talvez a mais conhecida do livro, Alice se fez de convidada em uma cerimônia de chá com o Chapeleiro Louco, a Lebre de Março e Leirão. Diversos enigmas são propostos pelo Chapeleiro e a Lebre (Leirão passa a maior parte da festa dormindo)

 

Havia uma mesa arrumada embaixo de uma árvore, em frente à casa, e a Lebre de Março e o Chapeleiro estavam tomando chá; um Leirão estava sentado entre os dois, dormindo profundamente, e os outros dois o usavam como almofada, descansando sobre ele e conversando sobre sua cabeça. “Muito desconfortável para o Leirão”, pensou Alice, “mas já que ele está dormindo, acho que não se importa.”

 

Chapeleiro Louco
Chapeleiro Louco

O mais interessante é a figura arrebatadora do Chapeleiro, que segue sua própria sanidade com um modo muito peculiar de pensamento.

 

“Eu quero uma xícara limpa”, interrompeu o Chapeleiro, “vamos mudar de lugar.”

Ele avançou um lugar enquanto falava, e o Leirão o seguiu, a Lebre de Março ficou no seu lugar e Alice com má vontade ficou com o lugar da Lebre de Março. O Chapeleiro foi o único que ficou com a xícara limpa e Alice ficou em um lugar bem pior do que estava antes, pois a Lebre de Março tinha acabado de derramar leite no prato.

Alice no País das Maravilhas é um livro para ser lido quando se é criança, mas principalmente ser relido depois de adulto, acompanhar as aventuras de Alice e, quem sabe, tomar uma xícara de chá com esses adoráveis loucos.

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Versão online do Alice no País das Maravilhas

O que é Chá Amarelo?

O Chá Amarelo é mais parecido, em termos de processamento, com o chá verde.  A diferença fica na secagem mais lenta, as folhas ainda úmidas repousam até ficarem em tons amarelos-esverdeados e apresentam um aroma diferente tanto do chá verde quanto do branco.

É esse chá de alta qualidade que era servido nas Cortes imperiais, tanto o termo “Chá Amarelo” passou a designado a qualquer chá servido a título imperial.

Entre os mais conhecidos estão o Junshan YinzhenHuoshan Huangyado Monte Huo, Meng Ding HuangyaDa Ye Qingda e Huang Tang.

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Referências

Chá Amarelo

Resenha – Chá verde – Amor à Vida

A resenha dessa vez é do chá verde da marca gaúcha Amor à Vida. A caixa contém 20 saquinhos embalados separadamente em envelopes de papel. verde_amoravida1 Fiz o chá conforme o indicado na caixa, com 200ml de água quente, deixei com 95º de temperatura, apesar de não estar escrito, por 3 minutos. A composição é de folhas e talos, algo comum para chás mais populares.

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Aspecto do chá

Por causa do processo de envolver talos junto das folhas e triturarem, pouco do sabor do chá verde pôde ser sentido, assim como o aroma também é fraco perante aos chás de folha inteira. No site não consta como é o processo de plantio e nem onde é feito a colheita, foi pedido por e-mail tais informações, porém não foram dadas. verde_amoravida2 Apesar dos pesares, vale se ressaltar que seu preço é um atrativo, principalmente para cultivos em território brasileiro e rivaliza com as marcas mais conhecidas, porém com uma qualidade até melhor que muitos dos encontrados em grandes supermercados. Como a Amor à Vida é voltada à produtos naturais, você a encontra com mais facilidade em lojas desse ramo. E eles garantem a mesma quantidade de antioxidantes encontrados na planta ao natural.

Nota

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